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DMI realiza o debate “Transportes Sustentáveis e o Setor Público”

Evento on-line reuniu 92 servidores das unidades frotistas do Estado de São Paulo

09/12/2025
Foto ilustrativa

O público participou com perguntas e comentários pelo chat do Teams

“O grande desafio hoje é promover a descarbonização do setor [de transportes]. Estados Unidos e Brasil, por exemplo, têm dimensões continentais e forte dependência das rodovias. Como promover “sistemas de transportes limpos e eficientes e a intermodalidade, priorizando ó metroferroviário e o transporte ativo nas cidades?”

Assim começou a apresentação da professora Andrea Souza Santos, doutora em engenharia de transportes e pesquisadora do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia, a Coppe da Universidade Federal do Rio de Janeiro, na tarde da quarta-feira, 26 de novembro, no evento on-line promovido pela Diretoria de Mobilidade Interna, da Subsecretaria de Patrimônio da Secretaria de Gestão e Governo Digital do Estado de São Paulo, no Dia Mundial do Transporte Sustentável. 

“O grande desafio hoje é reduzir as emissões de gases de efeito estufa e poluentes”, afirmou ela, ao descrever o debate realizado durante a recém-encerrada COP 30, conferência da ONU sobre as alterações climáticas em Belém do Pará. “Esse é um ponto crítico, pois 30% das emissões globais de carbono vêm dos transportes”, completou. 

No Brasil, a principal fonte de emissão de gases de efeito estufa (GEE) não é a geração de energia, mas o desmatamento, e é preocupante. A COP 30, segundo ela, revelou que se o Brasil reduzir o desmatamento e adotar fontes limpas de energia, poderá zerar as emissões desses gases em 2050, ou até mesmo em 2040 se conseguir investir fortemente na redução do desmatamento e na restauração florestal. No entanto, Andrea acredita que os esforços globais ainda são muito tímidos.

“Voltei decepcionada e triste de Belém. Infelizmente essa transição ainda caminha a passos lentos”, declarou. 

No entanto, a pesquisadora reconheceu os esforços dos governos estaduais e municipais para a promoção dos transportes sustentáveis, como a eletrificação do transporte público e promoção do transporte ativo com ciclovias e áreas verdes para estimular a caminhada. “Podemos fazer muito mais enquanto país”, acredita. 

Para isso, Andrea aposta em duas frentes: mitigação e adaptação, ou seja, tentar reduzir as emissões de GEE e estabilizar a temperatura média do planeta em 1,5 graus celsius e se adaptar à mudança do clima, melhorando a infraestrutura de transportes como um todo. Em Belém, ela notou algumas intervenções na cidade, que já vivencia altas temperaturas e ondas de calor, como a criação de parques lineares, utilização de ônibus elétricos e motores modelo Euro6, menos poluentes, por exemplo, todas relacionadas a COP30. 

Quanto à adaptação, Andréa cita a avaliação do risco climático para a infraestrutura de transportes realizada pelo Ministério dos Transportes durante a gestão do atual governador paulista Tarcísio de Freitas. “A gente costuma discutir com os governos [estaduais] e concessionárias [de rodovias] e recomendar uma série de medidas, como novos materiais, novos códigos de obras, pontes e viadutos mais resistentes às fortes chuvas, inundações e altas temperaturas, e destacou-se o caso das enchentes do Rio Grande do Sul, com os aviões parados na pista inundada do aeroporto Salgado Filho”, ilustra ela.  

“Esse é o cenário do ‘novo normal’ com o aquecimento global, por isso é preciso ter recursos para enfrentá-lo.
 Os países em desenvolvimento têm que investir três vezes mais em ações climáticas, embora não sejam os maiores responsáveis pelo aquecimento global, enquanto os países ricos se desenvolveram com a energia do carvão”, argumenta. “Para a transição energética de baixo carbono, os países em desenvolvimento precisam de mais recursos financeiros e capacidades técnicas”, completa. 

Por fim, ela observou que os meios de transporte são necessários para a vida, o acesso à saúde e à educação. “Precisamos investir nessa transição pensando no transporte como um vetor para a inclusão e a qualidade de vida da população”, finalizou. 

Presente também ao debate, a jornalista e mestra em turismo com foco em mobilidade Vania Silva, assistente técnica da Coordenadoria de Gestão da Mobilidade da DMI, iniciou sua palestra afirmando que “mobilidade é uma forma de poder, um recurso distribuído de forma desigual”, conforme considera Tim Cresswell, autor de ‘Towards a Policy of Mobility’ (Para uma Política de Mobilidade). 

Ainda de acordo com Cresswell, Vania descreveu o conceito de fricção, que é a resistência ao movimento, como os congestionamentos, a infraestrutura inadequada e a saturação dos transportes públicos, com o aumento correspondente do uso do automóvel. 

“Conforme a pesquisa Origem e Destino do Metrô de São Paulo, após a pandemia da Covid houve um aumento do tráfego de automóveis em São Paulo, que passou de 30,9 para 36,1% devido ao uso de solicitações de transporte individual por aplicativos. No mesmo período, a opção pelo transporte coletivo caiu de 36 para 34%. Mobilidade e imobilidade, portanto, estão interligadas, o movimento de uns pode gerar a lentidão dos demais”, observou Vania. Para ela, a mobilidade não é resultado das opções individuais, mas do conjunto de fricções que levam ao predomínio dos automóveis sobre os demais meios de transportes. 

Nessas condições, Vania lembra que muitos planejadores de cidades inteligentes defendem a adoção do modelo DOT – Desenvolvimento Orientado ao Transporte. A estratégia DOT define orientações para conter a expansão desordenada das cidades e otimizar o uso da infraestrutura urbana. Busca aproximar áreas residenciais das oportunidades de trabalho, incentivando o uso misto do solo nas proximidades dos corredores e eixos de transporte coletivo. Esses princípios contribuem para o desenvolvimento econômico e social, além de melhorar a qualidade ambiental das áreas urbanas. Portanto, busca reduzir as fricções e barreiras urbanas à mobilidade e foi considerado durante a revisão do Plano Diretor de São Paulo. Vania acrescenta que este modelo precisa ser orientado também por questões climáticas e de sustentabilidade.

Durante o evento mediado pelo coordenador Stanley Plácido, o público participou com muitas perguntas e ficou animado com a proposta da DMI em realizar novos debates sobre transporte sustentável e energia renovável em 2026.

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DMI realiza o debate “Transportes Sustentáveis e o Setor Público”

Evento on-line reuniu 92 servidores das unidades frotistas do Estado de São Paulo

09/12/2025
Foto ilustrativa

O público participou com perguntas e comentários pelo chat do Teams

“O grande desafio hoje é promover a descarbonização do setor [de transportes]. Estados Unidos e Brasil, por exemplo, têm dimensões continentais e forte dependência das rodovias. Como promover “sistemas de transportes limpos e eficientes e a intermodalidade, priorizando ó metroferroviário e o transporte ativo nas cidades?”

Assim começou a apresentação da professora Andrea Souza Santos, doutora em engenharia de transportes e pesquisadora do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia, a Coppe da Universidade Federal do Rio de Janeiro, na tarde da quarta-feira, 26 de novembro, no evento on-line promovido pela Diretoria de Mobilidade Interna, da Subsecretaria de Patrimônio da Secretaria de Gestão e Governo Digital do Estado de São Paulo, no Dia Mundial do Transporte Sustentável. 

“O grande desafio hoje é reduzir as emissões de gases de efeito estufa e poluentes”, afirmou ela, ao descrever o debate realizado durante a recém-encerrada COP 30, conferência da ONU sobre as alterações climáticas em Belém do Pará. “Esse é um ponto crítico, pois 30% das emissões globais de carbono vêm dos transportes”, completou. 

No Brasil, a principal fonte de emissão de gases de efeito estufa (GEE) não é a geração de energia, mas o desmatamento, e é preocupante. A COP 30, segundo ela, revelou que se o Brasil reduzir o desmatamento e adotar fontes limpas de energia, poderá zerar as emissões desses gases em 2050, ou até mesmo em 2040 se conseguir investir fortemente na redução do desmatamento e na restauração florestal. No entanto, Andrea acredita que os esforços globais ainda são muito tímidos.

“Voltei decepcionada e triste de Belém. Infelizmente essa transição ainda caminha a passos lentos”, declarou. 

No entanto, a pesquisadora reconheceu os esforços dos governos estaduais e municipais para a promoção dos transportes sustentáveis, como a eletrificação do transporte público e promoção do transporte ativo com ciclovias e áreas verdes para estimular a caminhada. “Podemos fazer muito mais enquanto país”, acredita. 

Para isso, Andrea aposta em duas frentes: mitigação e adaptação, ou seja, tentar reduzir as emissões de GEE e estabilizar a temperatura média do planeta em 1,5 graus celsius e se adaptar à mudança do clima, melhorando a infraestrutura de transportes como um todo. Em Belém, ela notou algumas intervenções na cidade, que já vivencia altas temperaturas e ondas de calor, como a criação de parques lineares, utilização de ônibus elétricos e motores modelo Euro6, menos poluentes, por exemplo, todas relacionadas a COP30. 

Quanto à adaptação, Andréa cita a avaliação do risco climático para a infraestrutura de transportes realizada pelo Ministério dos Transportes durante a gestão do atual governador paulista Tarcísio de Freitas. “A gente costuma discutir com os governos [estaduais] e concessionárias [de rodovias] e recomendar uma série de medidas, como novos materiais, novos códigos de obras, pontes e viadutos mais resistentes às fortes chuvas, inundações e altas temperaturas, e destacou-se o caso das enchentes do Rio Grande do Sul, com os aviões parados na pista inundada do aeroporto Salgado Filho”, ilustra ela.  

“Esse é o cenário do ‘novo normal’ com o aquecimento global, por isso é preciso ter recursos para enfrentá-lo.
 Os países em desenvolvimento têm que investir três vezes mais em ações climáticas, embora não sejam os maiores responsáveis pelo aquecimento global, enquanto os países ricos se desenvolveram com a energia do carvão”, argumenta. “Para a transição energética de baixo carbono, os países em desenvolvimento precisam de mais recursos financeiros e capacidades técnicas”, completa. 

Por fim, ela observou que os meios de transporte são necessários para a vida, o acesso à saúde e à educação. “Precisamos investir nessa transição pensando no transporte como um vetor para a inclusão e a qualidade de vida da população”, finalizou. 

Presente também ao debate, a jornalista e mestra em turismo com foco em mobilidade Vania Silva, assistente técnica da Coordenadoria de Gestão da Mobilidade da DMI, iniciou sua palestra afirmando que “mobilidade é uma forma de poder, um recurso distribuído de forma desigual”, conforme considera Tim Cresswell, autor de ‘Towards a Policy of Mobility’ (Para uma Política de Mobilidade). 

Ainda de acordo com Cresswell, Vania descreveu o conceito de fricção, que é a resistência ao movimento, como os congestionamentos, a infraestrutura inadequada e a saturação dos transportes públicos, com o aumento correspondente do uso do automóvel. 

“Conforme a pesquisa Origem e Destino do Metrô de São Paulo, após a pandemia da Covid houve um aumento do tráfego de automóveis em São Paulo, que passou de 30,9 para 36,1% devido ao uso de solicitações de transporte individual por aplicativos. No mesmo período, a opção pelo transporte coletivo caiu de 36 para 34%. Mobilidade e imobilidade, portanto, estão interligadas, o movimento de uns pode gerar a lentidão dos demais”, observou Vania. Para ela, a mobilidade não é resultado das opções individuais, mas do conjunto de fricções que levam ao predomínio dos automóveis sobre os demais meios de transportes. 

Nessas condições, Vania lembra que muitos planejadores de cidades inteligentes defendem a adoção do modelo DOT – Desenvolvimento Orientado ao Transporte. A estratégia DOT define orientações para conter a expansão desordenada das cidades e otimizar o uso da infraestrutura urbana. Busca aproximar áreas residenciais das oportunidades de trabalho, incentivando o uso misto do solo nas proximidades dos corredores e eixos de transporte coletivo. Esses princípios contribuem para o desenvolvimento econômico e social, além de melhorar a qualidade ambiental das áreas urbanas. Portanto, busca reduzir as fricções e barreiras urbanas à mobilidade e foi considerado durante a revisão do Plano Diretor de São Paulo. Vania acrescenta que este modelo precisa ser orientado também por questões climáticas e de sustentabilidade.

Durante o evento mediado pelo coordenador Stanley Plácido, o público participou com muitas perguntas e ficou animado com a proposta da DMI em realizar novos debates sobre transporte sustentável e energia renovável em 2026.

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DMI realiza o debate “Transportes Sustentáveis e o Setor Público”

Evento on-line reuniu 92 servidores das unidades frotistas do Estado de São Paulo

09/12/2025
Foto ilustrativa

O público participou com perguntas e comentários pelo chat do Teams

“O grande desafio hoje é promover a descarbonização do setor [de transportes]. Estados Unidos e Brasil, por exemplo, têm dimensões continentais e forte dependência das rodovias. Como promover “sistemas de transportes limpos e eficientes e a intermodalidade, priorizando ó metroferroviário e o transporte ativo nas cidades?”

Assim começou a apresentação da professora Andrea Souza Santos, doutora em engenharia de transportes e pesquisadora do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia, a Coppe da Universidade Federal do Rio de Janeiro, na tarde da quarta-feira, 26 de novembro, no evento on-line promovido pela Diretoria de Mobilidade Interna, da Subsecretaria de Patrimônio da Secretaria de Gestão e Governo Digital do Estado de São Paulo, no Dia Mundial do Transporte Sustentável. 

“O grande desafio hoje é reduzir as emissões de gases de efeito estufa e poluentes”, afirmou ela, ao descrever o debate realizado durante a recém-encerrada COP 30, conferência da ONU sobre as alterações climáticas em Belém do Pará. “Esse é um ponto crítico, pois 30% das emissões globais de carbono vêm dos transportes”, completou. 

No Brasil, a principal fonte de emissão de gases de efeito estufa (GEE) não é a geração de energia, mas o desmatamento, e é preocupante. A COP 30, segundo ela, revelou que se o Brasil reduzir o desmatamento e adotar fontes limpas de energia, poderá zerar as emissões desses gases em 2050, ou até mesmo em 2040 se conseguir investir fortemente na redução do desmatamento e na restauração florestal. No entanto, Andrea acredita que os esforços globais ainda são muito tímidos.

“Voltei decepcionada e triste de Belém. Infelizmente essa transição ainda caminha a passos lentos”, declarou. 

No entanto, a pesquisadora reconheceu os esforços dos governos estaduais e municipais para a promoção dos transportes sustentáveis, como a eletrificação do transporte público e promoção do transporte ativo com ciclovias e áreas verdes para estimular a caminhada. “Podemos fazer muito mais enquanto país”, acredita. 

Para isso, Andrea aposta em duas frentes: mitigação e adaptação, ou seja, tentar reduzir as emissões de GEE e estabilizar a temperatura média do planeta em 1,5 graus celsius e se adaptar à mudança do clima, melhorando a infraestrutura de transportes como um todo. Em Belém, ela notou algumas intervenções na cidade, que já vivencia altas temperaturas e ondas de calor, como a criação de parques lineares, utilização de ônibus elétricos e motores modelo Euro6, menos poluentes, por exemplo, todas relacionadas a COP30. 

Quanto à adaptação, Andréa cita a avaliação do risco climático para a infraestrutura de transportes realizada pelo Ministério dos Transportes durante a gestão do atual governador paulista Tarcísio de Freitas. “A gente costuma discutir com os governos [estaduais] e concessionárias [de rodovias] e recomendar uma série de medidas, como novos materiais, novos códigos de obras, pontes e viadutos mais resistentes às fortes chuvas, inundações e altas temperaturas, e destacou-se o caso das enchentes do Rio Grande do Sul, com os aviões parados na pista inundada do aeroporto Salgado Filho”, ilustra ela.  

“Esse é o cenário do ‘novo normal’ com o aquecimento global, por isso é preciso ter recursos para enfrentá-lo.
 Os países em desenvolvimento têm que investir três vezes mais em ações climáticas, embora não sejam os maiores responsáveis pelo aquecimento global, enquanto os países ricos se desenvolveram com a energia do carvão”, argumenta. “Para a transição energética de baixo carbono, os países em desenvolvimento precisam de mais recursos financeiros e capacidades técnicas”, completa. 

Por fim, ela observou que os meios de transporte são necessários para a vida, o acesso à saúde e à educação. “Precisamos investir nessa transição pensando no transporte como um vetor para a inclusão e a qualidade de vida da população”, finalizou. 

Presente também ao debate, a jornalista e mestra em turismo com foco em mobilidade Vania Silva, assistente técnica da Coordenadoria de Gestão da Mobilidade da DMI, iniciou sua palestra afirmando que “mobilidade é uma forma de poder, um recurso distribuído de forma desigual”, conforme considera Tim Cresswell, autor de ‘Towards a Policy of Mobility’ (Para uma Política de Mobilidade). 

Ainda de acordo com Cresswell, Vania descreveu o conceito de fricção, que é a resistência ao movimento, como os congestionamentos, a infraestrutura inadequada e a saturação dos transportes públicos, com o aumento correspondente do uso do automóvel. 

“Conforme a pesquisa Origem e Destino do Metrô de São Paulo, após a pandemia da Covid houve um aumento do tráfego de automóveis em São Paulo, que passou de 30,9 para 36,1% devido ao uso de solicitações de transporte individual por aplicativos. No mesmo período, a opção pelo transporte coletivo caiu de 36 para 34%. Mobilidade e imobilidade, portanto, estão interligadas, o movimento de uns pode gerar a lentidão dos demais”, observou Vania. Para ela, a mobilidade não é resultado das opções individuais, mas do conjunto de fricções que levam ao predomínio dos automóveis sobre os demais meios de transportes. 

Nessas condições, Vania lembra que muitos planejadores de cidades inteligentes defendem a adoção do modelo DOT – Desenvolvimento Orientado ao Transporte. A estratégia DOT define orientações para conter a expansão desordenada das cidades e otimizar o uso da infraestrutura urbana. Busca aproximar áreas residenciais das oportunidades de trabalho, incentivando o uso misto do solo nas proximidades dos corredores e eixos de transporte coletivo. Esses princípios contribuem para o desenvolvimento econômico e social, além de melhorar a qualidade ambiental das áreas urbanas. Portanto, busca reduzir as fricções e barreiras urbanas à mobilidade e foi considerado durante a revisão do Plano Diretor de São Paulo. Vania acrescenta que este modelo precisa ser orientado também por questões climáticas e de sustentabilidade.

Durante o evento mediado pelo coordenador Stanley Plácido, o público participou com muitas perguntas e ficou animado com a proposta da DMI em realizar novos debates sobre transporte sustentável e energia renovável em 2026.

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